Israel impede delegação de Barcelona de entrar na Faixa de Gaza

Barcelona pedirá explicações ao governo de Israel sobre este inconveniente diplomático que impediu o trabalho de cooperação do Conselho Municipal de Barcelona na Faixa de Gaza.

Israel impede delegação de Barcelona de entrar na Faixa de Gaza

A Prefeitura de Barcelona denunciou que o Estado de  Israel negou a entrada da Faixa de Gaza à sua conselheira de Relações Internacionais e Cooperação, Laura Perez. 

A recusa foi comunicada esta manhã ao prefeito e aos técnicos que compõem a delegação municipal que desejava acessar a área de Gaza para acompanhar vários projetos de cooperação por meio do Consulado Geral da Espanha em Jerusalém. 

A recusa de entrada, diz o Conselho Municipal de Barcelona, ​​não incorpora qualquer tipo de justificativa para a decisão.

O consistório de Barcelona anunciou que solicitará explicações ao governo de Israel sobre esse inconveniente diplomático que impediu o trabalho de cooperação da Prefeitura de Barcelona na Faixa de Gaza. 

O consistório lembra que está desenvolvendo um grande esforço de cooperação tanto na Cisjordânia quanto na Faixa de Gaza. 

Enfatiza, nesse sentido, que solicitou as permissões da delegação cumprindo as condições estabelecidas pelos regulamentos fronteiriços de Israel, com comunicação oficial antes do governo espanhol através de seu consulado geral em Jerusalém.

O único objetivo da visita foi dar seguimento aos projetos de cooperação que a Agência das Nações Unidas para os Refugiados da Palestina no Oriente Próximo e as organizações de Barcelona realizam na Faixa de Gaza para aliviar as duras condições em que vivem. a população da região. 

Por outro lado,  Israel  negou a entrada na Faixa de Gaza a uma delegação da Câmara Municipal de Barcelona, ​​chefiada pela vereadora de Relações Internacionais e Cooperação, Laura Pérez, que queria monitorar os projetos de cooperação promovidos pelo consistório catalão. 

A Câmara Municipal de Barcelona informou que a delegação municipal "cumpriu todos os regulamentos fronteiriços de Israel", razão pela qual considerou que a recusa "não é justificada" e confirmou que "pedirá explicações".



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