O porta-voz presidencial Kalın fala no TRT World Forum

O porta-voz presidencial participou da sessão "O mundo multipolar em tempos de pandemia: o futuro da colaboração global"

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O porta-voz presidencial Kalın fala no TRT World Forum

O porta-voz presidencial, Ibrahim Kalın, indicou que, pela primeira vez em muito tempo, o mundo inteiro é igualmente afetado pela pandemia global do novo tipo de coronavírus (Covid-19).

Kalın falou na sessão intitulada “O mundo multipolar na era da pandemia: o futuro da colaboração global” na quarta edição do Fórum Mundial da TRT que começou ontem com o título: “Ordem internacional no mundo pós-pandêmico e a dinâmica de mudança”.

Esperando que com o desenvolvimento da vacina avancemos o mais rápido possível para a 'era pós-pandemia', disse ele:

“Pela primeira vez em muito tempo, estamos em uma situação que afeta todo o mundo da mesma forma, estamos realmente em um momento global”.

Kalın expressou acreditar que muitas mudanças ocorreram na percepção e descrição de conceitos como equilíbrio, multilateralismo e solidariedade entre globalismo, estado-nação, liberdade e segurança.

Dando o exemplo de que os mercados da Ásia afetam os da Europa e dos Estados Unidos e as guerras na Síria e no Iraque afetam pontos remotos em todo o mundo, ele disse:

“Mas nunca houve o caso de um único evento influenciar todos os aspectos de nossas vidas, dos países ricos aos países pobres de oeste a leste e de norte a sul. Acho que isso terá consequências importantes sobre como administramos nossas vidas."

Transmitindo que as pessoas podem aprender com esse processo a lição de que “é possível viver com menos”, ele comentou: “ O que é menos pode garantir mais qualidade em nossas vidas. Grandeza quantitativa não significa uma vida mais saudável, feliz ou racional”.

Ressaltando que neste processo também se destacaram as formas de resposta à crise Covid-19 da Organização das Nações Unidas (ONU), Organização Mundial da Saúde (OMS), União Europeia (UE) e Organização para a Cooperação Islâmica (OCI) disse que as instituições internacionais serão forçadas a fazer certas emendas para aumentar suas capacidades de lidar com tais crises.



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