"Estados ocidentais não conseguiram passar no teste básico da humanidade"

O Presidente Recep Tayyip Erdogan salientou que ninguém tem o direito de intervir nos direitos soberanos da Turquia e que isso deve ser conhecido em todo o mundo.

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"Estados ocidentais não conseguiram passar no teste básico da humanidade"

Erdogan falou na conferência de imprensa organizada no INTEX Osaka Fair Centre, no Japão, na cúpula dos líderes do G20.

O presidente ressaltou que os responsáveis ​​pelo assassinato do jornalista Jamal Khashoggi devem ser responsabilizados e acrescentou: "Chamar os responsáveis ​​pelo assassinato de Khashoggi para serem responsabilizados, de cima para baixo, é a principal acusação da sociedade internacional. O lugar que deve ser julgado é Istambul. Porque foi em Istambul onde o crime foi cometido. Você tem que processar em Istambul".

Erdogan disse: "Os estados ocidentais desenvolvidos que preparam relatórios para outros países sobre os direitos humanos, infelizmente, não puderam passar no teste básico da humanidade".

Presidente Erdogan sobre a questão dos imigrantes disse: "Nós dissemos que, para a Turquia continuar a ajuda e oferecer serviços, a sociedade internacional tem que compartilhar o fardo".

Erdogan enfatizou a luta contra o terrorismo e acrescentou: "O terrorismo é o inimigo de toda a humanidade e dos valores humanitários. Para isso, todos os estados têm que mostrar a virtude de dizer "terrorismo" ao terrorismo".

O presidente Erdogan disse que o projeto de lei para a proteção dos conspiradores do golpe será difícil para toda a humanidade, como "imigrantes políticos", membros da Organização Terrorista Fethullahista que atacaram a democracia em 15 de julho de 2016.

Erdogan disse: "Ao falar da Turquia, aqueles que consideram inaceitável a discussão da pena de morte para os líderes do golpe, infelizmente mantêm silêncio diante da pena capital no Egito".

O presidente disse sobre a morte de Mursi, o primeiro presidente eleito do Egito com as formas democráticas: "Não se deve permitir que se tire da agenda nem o assassinato de Khashoggi nem a morte suspeita do presidente Mursi".



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