O Conselho de Segurança Nacional dá um sinal bem claro para o início de uma operação em Afrin

O comunicado final da última reunião do ano do Conselho de Segurança Nacional foi publicado

O Conselho de Segurança Nacional dá um sinal bem claro para o início de uma operação em Afrin

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, presidiu a última reunião do Conselho Nacional de Segurança.

Após a reunião que durou três horas e meia, o sinal foi dado para iniciar uma operação em Afrin.

Na comunicação da reunião, ele destacou a seguinte expressão:

As Forças Armadas turcas continuam com sucesso sua missão de observação em "Idlib a região de tensão reduzida", cumprindo com esta missão também em Afrin e Aleppo ocidental, assegurará uma atmosfera de tranqüilidade e confiança".

"Os esforços do PKK/PYD-YPG para quebrar a estrutura demográfica na Síria, realizando uma limpeza étnica velada e aproveitando o território, são contraditórios com a lei e os direitos humanos, e é por isso que eles são inaceitáveis. Mais uma vez, enfatizou-se que a Turquia tomou todos os tipos de medidas necessárias, especialmente na sua fronteira, para garantir a sua segurança", são outras palavras sobresalientes do comunicado.

O escândalo da OTAN foi mencionado. Foi especificado que "a abordagem e as expressões hostis dirigidas ao fundador da República, o veterano Mustafa Kemal Atatürk, a nação turca e ao representante do Estado, o Presidente Recep Tayyip Erdogan, são inaceitáveis". E foi acrescentado que o aprofundamento da investigação sobre o assunto é esperado.

Além disso, a questão dos muçulmanos de Arakan também foi tratada no comunicado. O chamado internacional foi repetido para garantir a ajuda humanitária aos muçulmanos de Arakan para que eles possam retornar às suas casas. "Estamos seguindo de perto os avanços que ocorreram recentemente e o nosso país continuará a fazer o que lhe corresponde no que diz respeito ao fim do drama que se tornou um teste da humanidade".



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