Pompeo ataca Rússia e Cuba por apoiar o governo de Maduro

"A aliança entre Cuba e Maduro é um jogo do inferno"

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Pompeo ataca Rússia e Cuba por apoiar o governo de Maduro

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse que Cuba e Rússia servem de linha de vida para o presidente venezuelano Nicolás Maduro.

Pompeo organizou uma coletiva de imprensa no Departamento de Estado e avaliou os últimos desenvolvimentos na Venezuela.

Ele indicou que, em termos de desenvolvimento comercial, a Venezuela está na penúltima posição e que problemas na agricultura, produção de petróleo e deficiências em outros campos arrastam o povo venezuelano para piores problemas a cada dia que passa.

Pompeo disse que o apoio que Cuba e a Rússia dão a Maduro faz a crise econômica crescer ainda mais em todo o país.

O chefe da diplomacia descreveu Cuba como a "verdadeira potência imperialista" , dizendo que o governo cubano dá grande apoio ao governo de Maduro nas áreas militar e política e que, em troca, recebe petróleo barato da Venezuela.

"Cuba dá apoio incondicional ao regime de Maduro. Cuba é quem qualificou Juan Guaidó , o presidente interino apoiado pelos EUA e outros 50 países, do "boneco dos EUA". Cuba é quem dá treinamento à polícia secreta e aos especialistas em tortura na Venezuela e que tem grande influência na política venezuelana. A aliança entre Cuba e Maduro é um jogo feito do inferno".

Pompeo também criticou a Rússia pelo apoio que dá Maduro e disse que o Kremlin assegurou que o governo de Maduro uma ajuda de 17 bilhões de dólares e, juntamente com Cuba serve como uma tábua de salvação para Maduro.

Defendendo que ele só pede democracia e prosperidade para a Venezuela, Pompeo afirmou que continuará seu apoio a Guaidó e ainda mais forte.

Ele também negou as alegações de que os EUA estão por trás do apagão que a Venezuela está sofrendo :

"Esta é uma falsa alegação por trás da qual o regime de Maduro se esconde para encobrir seu fracasso".

Maduro culpou o Estado norte-americano pelo apagão que deixou o país no escuro e defendeu que esse ataque poderia ter sido feito apenas com a alta tecnologia disponível nos EUA.



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