Senado do Canadá rejeita projeto de lei que reconhece suposto "genocídio pôntico"

A hipótese pôntica assegura que o governo otomano lançou uma campanha de "limpeza étnica planejada" contra os 353.000 gregos da Anatólia na chamada "terra histórica pôntica".

Senado do Canadá rejeita projeto de lei que reconhece suposto "genocídio pôntico"

O Senado canadense desaprovou o projeto de lei para reconhecer o suposto 'genocídio Pôntico' elaborado pelo senador grego, Leo Housakos, com 32 votos contra, 21 a favor e 16 abstenções.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros turco Mevlut Cavusoglu, entrevistado por telefone há poucos dias com o seu homólogo canadense, Chrystia Freeland, para lhe transmitir a sensibilidade sobre as alegações infundadas de um genocídio Pôntico.

A colônia turca no Canadá expressou sua reação através das redes sociais contra essas declarações acusatórias.

As áreas pró-Pônticas intensificaram seus esforços para dar credibilidade às suas reivindicações com a expectativa de que 2019 seja proclamado como o centenário do chamado genocídio.

A hipótese Pôntica diz que o governo Otomano lançou uma campanha de 'limpeza étnica planejada' contra 353.000 gregos da Anatólia da denominada 'terra histórica Pôntica' e que era a última fase da política para limpar a terra Otomana das minorias não Muçulmanas.

O conceito de "pontismo" tornou-se uma série de acusações anti-turcas da Operação de Paz no Chipre (1974). As alegações Pônticas se alternaram para um suposto 'genocídio' sem qualquer base graças aos esforços da diáspora grega de marnegrinos e dos armênios.

Alegações de genocídio foram atualizados pela primeira vez em 1994, quando o ministro grego Akis Chokhakopulos levou a proposta do Parlamento de proclamar 19 de maio como o chamado 'dia do genocídio dos helênos pônticos'.



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