Palestinos se opõem ao plano de Trump, descrito como o Acordo do Século

"O povo palestino se opõe ao plano dos EUA que transforma o caso de Palestina apenas em um caso humanitário".

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Palestinos se opõem ao plano de Trump, descrito como o Acordo do Século

Os palestinos perpetraram um protesto contra o plano, considerado "O acordo do século", cuja preparação continua a reiniciar as negociações de paz entre Israel e a Palestina pela administração dos EUA.

Centenas de palestinos reunidos em Ramallah, na Cisjordânia, sob ocupação, carregaram as bandeiras e faixas de oposição ao plano. Eles queimaram a foto do presidente Donald Trump. O membro do Conselho Central da Fatah, Dalal Selame na marcha enfatizou que o povo palestino vai se opor ao plano proposto pelo governo americano.

Selame expressou que a manifestação é como uma mensagem contra as administrações dos EUA e Israel e o povo palestino não renunciará aos princípios que estão sendo insistentes na solução de acordo com as decisões internacionais de seu caso. Selame lembrou que as parcelas que se concentraram em eliminar o caso palestino anos atrás foram neutralizadas pelo povo palestino: "O povo tem o poder de romper o projeto dos EUA que tenta transformar o caso palestino em um caso humanitário apenas, sem ter o caráter político".

Não se sabe quando o presidente norte-americano Trump anunciará o plano, considerado um grande avanço. Mas nos comentários da mídia são feitos que este plano aumentará a ocupação israelense mais do que uma solução para o problema.

O presidente palestino, Mahmoud Abbas, descreveu o Acordo do Século como a Bofetada do Século e declara-se um oponente do acordo e se recusa a se reunir com autoridades dos EUA que desejam abordar os detalhes do plano. Em última análise, Abbas não recebeu o genro e consultor de Trump, Jared Kushner, que visitou a Jordânia, Arábia Saudita, Egito, Qatar e Israel.
 



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