EUA condena atos de violência perpetrados contra os muçulmanos de Rohingya

"O deslocamento do grupo étnico rohingya, outras minorias e um grande número de pessoas sugerem que as forças de segurança birmanas não podem proteger os civis"

EUA condena atos de violência perpetrados contra os muçulmanos de Rohingya

A porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, apresentou uma declaração escrita sobre os incidentes em Arakan (Rohingya) na Birmânia (Myanmar).

"O deslocamento do grupo étnico rohingya, outras minorias e um grande número de pessoas sugere que as forças de segurança birmanas não podem proteger os civis. Estamos em alerta para os assassinatos extrajudiciais, incêndio das aldeias, massacres e violações feitos pelas forças de segurança e pelos civis que agiram com o consentimento deles. Pedimos aos agentes de segurança da Birmânia que respeitem o estado de direito, detenham a violência e parem de deslocar as pessoas de todos os lugares. Condenamos esses ataques e a violência".

A porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert, disse em uma declaração na segunda-feira que "está preocupada com a situação dos milhares de muçulmanos rohingya que têm se asilado em Bangladesh desde 25 de agosto após as acusações de graves violações de direitos humanos em Arakan incluindo o incêndio de aldeias e os ataques violentos".



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