Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) abrirá seu escritório regional das Américas no Brasil

Foi criado com o objetivo de financiar projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável nos países do BRICS e outras economias emergentes e países em desenvolvimento

Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) abrirá seu escritório regional das Américas no Brasil

Xangai (China), 22 de maio (EFE) .- O Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), entidade de desenvolvimento criada pelos países membros do grupo BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), abrirá seu escritório das Américas no Brasil este ano, informou a agência.

Através de uma declaração, o banco explicou que a decisão foi comunicada ontem por K.V. Kamath, o presidente do NDB, ao ministro das Relações Exteriores do Brasil, Aloysio Nunes Ferreira, como parte de uma reunião em Xangai.

O Escritório Regional das Américas aumentará as capacidades operacionais do NBD, que atualmente está sediado em Xangai, e facilitará a identificação e preparação de projetos a serem financiados no Brasil.

Juntamente com o Centro Regional da África, inaugurado no ano passado em Joanesburgo (África do Sul), o novo escritório regional apoiará progressivamente "uma gama crescente de operações do banco", disse o comunicado.

"O banco conhece as necessidades e os desafios das economias emergentes e em desenvolvimento. O objetivo do Brasil de trabalhar de forma próxima e em cooperação com o banco é muito forte. Da mesma maneira, confiamos na decisão do NDB de apoiar projetos benéficos para " o povo brasileiro ", disse o ministro Nunes Ferreira.

O NDB foi fundado pelos países membros do BRICS durante a sexta cúpula do grupo em Fortaleza (Brasil), em julho de 2014 e formalmente aberto em Xangai em julho de 2015.

Foi criado com o objetivo de financiar projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável nos países do BRICS e em outras economias emergentes e países em desenvolvimento.

Os países do BRICS abrigam 42% da população mundial e sua participação total na economia global aumentou de 12% para 23% na última década. EFE



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