No Sudão, os membros da Al-Ikhwan foram convidados a deixar o país

Conforme relatado pela imprensa sudanesa, os cargos autorizados declararam os cidadãos egípcios cujo número chega a 200 que não os querem no Sudão e têm que deixar o país imediatamente.

No Sudão, os membros da Al-Ikhwan foram convidados a deixar o país

Foi alegado que o Conselho de Transição Militar (CTM), que obteve o poder após a tentativa de golpe no Sudão, queria que os membros da Irmandade Muçulmana (Al-Ikhwan) deixassem o país imediatamente.

De acordo com as notícias da imprensa sudanesa, os cargos autorizados declararam cidadãos egípcios cujo número chega a 200 pessoas que não os querem no Sudão e têm que deixar o país imediatamente.

Uma declaração sobre o assunto do CTM ainda não foi feita.

Abdelfatah al-Burhan, capitão-geral do Conselho de Transição Militar do Sudão (CTM) durante sua primeira visita ao exterior, se encontrou com o presidente do Egito, Abdelfah as-Sisi, em 25 de maio na capital do Cairo.

Após a negociação de Burhan com Sisi, foi relatado que ele também negociou com o ministro das Relações Exteriores Samih Şükri e o presidente da Unidade de Inteligência, Abbas Kamil.

Na negociação, foi comunicado que o Sisi apoia a segurança e a estabilidade do Sudão.

Mohammed Hamdan Dakalu, o capitão-geral do Conselho de Transição Militar, no mês passado, encontrou-se com Sisi no Cairo.

A administração da Sisi no Egito apóia o Conselho de Transição Militar que toma o poder após a derrubada de Omar al-Bashir em 11 de abril, que liderou o país por 30 anos.

 



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