Chef Estévez chama a A.Latina que se fortaleça como potência gastronômica

O chef venezuelano Sumito Estévez pensou que hoje os países latino-americanos deveriam criar um "ato metodológico" e evitar o "conservadorismo desnecessário" para fortalecer sua marca no país e se consolidar como um poder gastronômico

Chef Estévez chama a A.Latina que se fortaleça como potência gastronômica

Popayan (Colômbia), 07 de setembro (EFE) .- O chefe venezuelano Sumito Estévez disse hoje que os países latino-americanos devem criar um "ato metodológico" e evitar o "conservadorismo desnecessário" para fortalecer a marca país e estabelecer-se como potência gastronômica.

Estevez expressou isso na confefrência os "12 Passos para cozinhar a imagem de um país" que emitiu no Congresso gastronômico de Popayan.

O cozinheiro chefe venezuelano explicou que cada região deve perguntar "Quem sou eu?", A fim de identificar os produtos e receitas que representam e compreender que existem outras pessoas que partilham estas "características culturais".

Também enfatizou a importância de colocar "direitos do autor nas coisas" através de registros escritos, a criação de patentes e colocação de produtos "código de barras".

"A exportação de um processo cultural passa pelo código de barras, para conhecer os sabores embalados", acrescentou Estevez que também aprecia a importância das pequenas e médias empresas que vendem os seus produtos e enfrascados.

Ressaltou que as competições e festivais devem ser vistos como oportunidades para "tomadas culturais do espaço público" que geram cidadania e insistem em que cada país faça esses processos com uma "linguagem própria".

O venezuelano também pediu que os cozinheiros "tenham consciência do impacto social" e evitem a "frivolidade dos conceitos".

Neste ponto, trouxe o exemplo da quinoa, que quando considerada como "superalimento" foi muito utilizada pelos chefs, o que levou à supressão de outras culturas.

Por outro lado, se referiu à gastronomia como uma "possibilidade de comercialização" e mencionou o caso da Colômbia, que mudou sua imagem e agora é vista como "o país do café". EFE



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