ONG e mídia do México abrem site sobre massacre estudantil de 1968

Esta plataforma oferece uma simulação de rede social em que as mensagens são escritas todos os dias e fotografias e vídeos de quem viveu o movimento estudantil, que decorreu entre 26 de julho e 2 de outubro de 1968, são publicados.

ONG e mídia do México abrem site sobre massacre estudantil de 1968

Grupos culturais, sociais e midiáticos do México apresentaram hoje um site para celebrar o 50º aniversário do massacre estudantil de 1968 em Tlateloco, a ser realizado no dia 2 de outubro.

A plataforma "50 de 68, a história que nos une" (a50del68.com) permitem divulgação de informações sobre a "Noite de Tlatelolco" como é conhecido como a matança de estudantes pelo exército mexicano deixou oficialmente trinta mortos, embora as organizações civis aumentem o número para centenas.

A Tevista Proceso, o centros de Tlatelolco da Universidade Cultural (CCut), Comunicação Social Nacional (Cencos) e coletivo (CC) estão envolvidos neste projeto que visa a "narrar de forma diferente" do movimento estudantil de 1968.

"'A 50 de 68: A história que nos une', é um exercício de pesquisa sem fins lucrativos, publicado em uma nova plataforma", explicaram as organizações em um comunicado de imprensa conjunto.

Esta plataforma oferece uma simulação de rede social em que as mensagens são escritas todos os dias e fotografias e vídeos de quem viveu o movimento estudantil, que decorreu entre 26 de julho e 2 de outubro de 1968.

A ideia foi tirada da plataforma "1917. Free History", lançada em 2017 para contar as revoluções russas de fevereiro e outubro de 1917.

A implementação desta plataforma contribui para o anúncio da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM), que irá comemorar cem atividades com o 50º aniversário do movimento de 1968 estudante e massacre de Tlatelolco.

O memorial atual para as vítimas na Praça de Tlatelolco, onde o massacre aconteceu, serão realocados e vai dobrar sua capacidade, além de que contará com depoimentos de participantes no movimento, anunciou a UNAM. EFE.



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