• Galeria de Vídeos

Mais de 600 jornalistas irão cobrir as eleições na Turquia

Jornalistas de 34 países receberam credenciamento da Direção Geral de Imprensa e Informação para as eleições de 24 de junho

Mais de 600 jornalistas irão cobrir as eleições na Turquia

Mais de 600 membros da imprensa estrangeira de 34 países receberam credenciamento da Direção Geral de Imprensa e Informação da Turquia (BYEGM) para as eleições presidenciais e parlamentares de 24 de junho.

De acordo com informações coletadas pela Agência Anadolu da BYEGM, um total de 635 jornalistas internacionais chegaram à Turquia para monitorar as eleições.

Membros da imprensa com a permissão necessária receberão assistência para facilitar seu trabalho no campo.

Centros de imprensa com telas foram estabelecidos em Ancara, Istambul e Diyarbakir pelo BYEGM, a fim de permitir que os membros da imprensa internacional acompanhem os resultados eleitorais.

A partir dessas telas, os resultados das eleições podem ser seguidos instantaneamente com informações fornecidas através da cooperação entre a BYEGM e a Agência Anadolu.

O Ministério do Interior e o Conselho Supremo de Eleições (YSK) trabalharão juntos para resolver problemas que possam ser encontrados durante as atividades de filmagem dos jornalistas.

A Turquia vai as urnas neste domingo para votar no presidente e parlamento.

Seis candidatos concorrerão à presidência: Recep Tayyip Erdogan pela Aliança do Povo formada pelo Partido AK (Justiça e Desenvolvimento) e MHP (Partido de Ação Nacionalista), Muharrem Ince do CHP (Partido Republicano do Povo), Selahattin Demirtas do HDP (Partido Democrático do Povo), Meral Aksener do Partido Bom (IYI), Temel Karamollaoglu do Partido da Felicidade (Saadet) e Dogu Perincek do Partido Patriótico (Vatan).

Erdogan atua como presidente desde 2014 – o primeiro presidente da Turquia eleito pelo povo. Antes disso, ele serviu como primeiro-ministro de 2003 a 2014.

Caso ele ganhe as eleições de 24 de junho, Erdogan será o primeiro líder da Turquia sob o sistema presidencialista, o que elimina o cargo do primeiro-ministro, entre outras mudanças que foram vistas pelo referendo de abril de 2017.

 

Fonte: AA



Notícias relacionadas