• Galeria de Vídeos

Tsipras: "movimentos de direita já ameaçam a UE"

O primeiro-ministro grego participou na sessão do futuro da Europa no Conselho Geral do Parlamento Europeu.

Tsipras: "movimentos de direita já ameaçam a UE"

O primeiro-ministro grego Tsipras lembrou que da última vez, quando convocado no Conselho Geral de PE em 2015 o país estava à beira de uma grande crise e sofreu dificuldades e já deixou para trás as políticas de apertar o cinto air começaram em 2010: "Já podemos ver um futuro positive para a Grécia que uma vez foi um problema para a UE, mas tornou-se o recurso solução. "

Tsipras enfatizando a Grécia que perdeu um terço de sua riqueza nacional entre 2010 e 2014: "Havia pouca esperança, mas depois de três anos, retornamos como um novo país. Este é o sucesso de toda a Europa. É a consequência da solidariedade e colaboração entre países. Mostramos que era possível sair da crise sem romper a conexão social. Três anos atrás, ninguém acreditava nessa coisa. Deixamos os selos para reformas radicais. Mais uma vez, assumimos nossa posição no cenário europeu e em nossa soberania econômica. Criamos 400 mil empregos e também tentamos evitar a fuga de pessoas qualificadas".

Tsipras lembrou que a Grécia foi forçada a participar de três programas diferentes de resgate, e seus responsáveis ​​são os governos gregos e a administração da UE: "As decisões na UE são tomadas por administradores tecnocratas que não têm responsabilidades com o povo".

Tsipras falou sobre políticas neoliberais que ameaçam a União Europeia e disse que as eleições para o Parlamento a serem realizadas em maio devem ser consideradas como o ponto de encruzilhada vital na determinação do destino da Europa: "Infelizmente, nós enfrentamos a ascensão da ultra-direita."

Tsipras chamou a atenção para o aumento contínuo do neoliberalismo e da xenofobia: "Mas abrimos as nossas portas aos refugiados, somos o país que acolhe mais refugiados na Europa no que diz respeito à sua taxa. Enquanto alguns países construíram muros, a Grécia lutou contra esses índices de ódio".

Tsipras disse que seu país é o principal ator para a continuação da paz no Mediterrâneo e eles tentam superar de uma maneira melhor o cumprimento de suas responsabilidades na crise dos refugiados.



Notícias relacionadas