Jovens líderes da América Latina falam sobre política e mudança em Quito

Jovens líderes da Colômbia, México, Argentina e Equador reuniram-se hoje em Quito em uma reunião sobre política, que busca envolver os jovens nas mudanças para obter melhores sociedades.

Jovens líderes da América Latina falam sobre política e mudança em Quito

Jovens líderes da Colômbia, México, Argentina e Equador se reuniram hoje em Quito em uma reunião sobre política, que busca envolver os jovens nas mudanças para alcançar melhores sociedades. 

"Jovens Líderes Latino-Americanos: Transformando Cidades" foi o nome do fórum que reuniu ativistas, acadêmicos e moradores interessados ​​em novas propostas sobre a participação da juventude na política e na mudança. 

A conversa "juventude para jovens", organizada pelo coletivo "Ativo", busca mudar a concepção de política através de palestras motivacionais de líderes sociais.

A colombiana Daniela Maturana, que lidera a Câmara Municipal de Medellín e é filha do renomado ex-diretor técnico da seleção nacional de futebol, Francisco "Pacho" Maturana, abriu a reunião com uma palestra sobre sua vida. 

Ela disse, por exemplo, que teve momentos de disputa com o futebol para ter seu pai próximo, assim como seu gosto inicial pela moda, que foi subitamente alterado pela ciência política e pela organização social. 

Para Maturana, a política sempre se encaixa nas questões: "Se não agora, quando? Senão eu, quem?", Uma reflexão que o levou a sugerir que os jovens se envolvam na política, com a intenção de mudar e superar o medo da transformação.

Além disso, ela disse que sua presença no Gabinete do Prefeito de Medellín é um sinal de que "os jovens podem estar em espaços de decisão e fazê-lo muito bem". 

Portanto, "nós, jovens, temos em nossas mãos a responsabilidade de transformar nosso futuro", disse Graffini, sugerindo que os novos empreendimentos são a chave para transformar as cidades da região. 

Wilson Merino, um equatoriano que administra uma fundação para combater o câncer, também convidou jovens a perseguir sonhos sem desmaiar. 

Ele elogiou as virtudes da organização e disse que um exemplo claro disso é sua fundação "Cecilia Rivadeneira", que conseguiu reunir 20.000 aderentes e conseguiu até mesmo obter o patrocínio do clube de futebol espanhol Real Madrid.

Para ele, apenas "os cidadãos organizados têm o poder de mudar" e, portanto, os projetos devem integrar a sociedade como um motor para atingir os objetivos. 

Também a ativista social equatoriana Liz Zhingri falou sobre o poder da organização, mas também destacou valores andinos como o trabalho comunitário, a vida comunitária, a solidariedade e a defesa da dignidade, entre outros. 

Ela sugeriu, por exemplo, aplicar suas próprias políticas públicas e "não copiar" as estrangeiras que, às vezes, parecem únicas, acabadas e não exigem grandes esforços organizacionais. EFE



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